Psicóloga · CRP 018/04652
Antes de ser sua psicóloga,
eu sou humana.
Psicóloga, artista, professora, bailarina, empreendedora, líder e mãe. Nenhum desses caminhos é separado do outro — foi no encontro entre eles que o meu olhar sobre mulheres, corpo, presença e autoestima foi sendo construído.

Minha trajetória sempre esteve atravessada pelo encontro com muitas mulheres no Brasil e no mundo.
Como psicóloga, artista, professora, bailarina, empreendedora e líder, acompanhei mulheres em contextos muito diferentes — no consultório, em grupos, em salas de aula, nos bastidores e no palco.
E, apesar das diferenças entre esses espaços, algumas questões continuavam aparecendo: a relação com o próprio corpo, a necessidade de aprovação, o medo de ocupar espaço, a dificuldade de reconhecer os próprios desejos e a busca por uma vida que parecesse verdadeiramente sua.
Foi nesse encontro entre Psicologia, arte e dança que o meu olhar sobre a autoestima foi sendo construído.
E sou mãe. A maternidade me colocou de perto, na própria pele, diante de algo que eu já escutava tanto no consultório: o quanto uma mulher aprende a se dedicar até o próprio cuidado virar a última linha da lista.
Autoestima não se constrói só falando. Ela passa pelo corpo, pela presença e por ser vista.
Minha abordagem
Meu olhar para o ser‑mulher
Minha prática é orientada pela Psicologia Fenomenológico-Existencial, área na qual tenho especialização.
Isso significa que não parto de fórmulas prontas sobre quem você deveria ser. Meu trabalho é compreender, junto com você, como você tem vivido, quais sentidos sustentam suas escolhas e onde talvez tenha começado a se afastar de si.
A psicoterapia se torna um espaço de consciência, responsabilidade e possibilidade: para compreender sua história sem ficar aprisionada a ela e construir escolhas mais coerentes com a mulher que você deseja ser.
Autoestima
O que eu entendo por autoestima
Autoestima não é gostar de tudo em si, sentir-se confiante o tempo inteiro ou nunca mais duvidar.
É a relação que você constrói consigo.
Ela aparece na maneira como você se trata quando erra, nos limites que consegue estabelecer, no cuidado que oferece a si, nas relações que escolhe sustentar e na capacidade de reconhecer os próprios desejos sem precisar abandoná-los para caber nas expectativas dos outros.
Por isso, para mim, cuidar da autoestima é também cuidar da forma como nós vivemos todos os dias.
Não estamos prontas. Estamos, ao longo da vida, conhecendo, escolhendo e construindo quem somos.
Eu compreendo a complexidade de ser mulher.
Meu trabalho é oferecer um espaço sério e sensível para que você possa se conhecer, construir uma relação mais segura consigo e viver de forma mais consciente, coerente e cheia de sentido.
Uma vida com sentido começa
pela relação que você constrói consigo.
A primeira conversa é sem compromisso: serve para você contar seu momento e entendermos juntas o melhor caminho.